Que durante o meu caminho, eu não deixe que o comum, o normal, o rotineiro, tome conta da minha vida, e seja mais importante do que os meus sonhos, e maior do que a minha felicidade.
Que eu não me contente com o pouco, e que o meu "muito" não seja "material".
Que eu não me perca no meio das coisas fúteis.
Que eu não enxergue tudo como uma grande obrigação.
Que eu não me prenda no que eu planejei ontem.
Que eu não tenha medo de seguir a minha inconstância.
Que eu não tenha medo de errar.
Que eu seja escrava apenas da minha própria vontade.
Que eu não me importe com o que as pessoas falam sobre o meu caminho, e que a maldade dos pré-julgamentos não me atinja.
E por fim, quando eu chegar lá onde eu sempre quis, que eu não esqueça as pessoas que fizeram parte do meu caminho, que eu seja sempre grata por tudo o que eu consegui, e o mais importante: que quando o meu "sonho realizado" não me fizer mais feliz, que eu não me apegue ao que eu construí, e que eu largue tudo e comece um novo caminho, quantas vezes for preciso.
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